A simulação tem sido utilizada ao longo de muitos anos como técnica de ensino/aprendizagem em várias disciplinas. Na Enfermagem existe já um longo historial na sua utilização, tendo-se constituído como uma importante estratégia de aquisição de competências clínicas e preparação dos estudantes para a prática profissional.


A realização de práticas clínicas laboratoriais, o treino de procedimentos em manequins estáticos, as dramatizações de cenários clínicos, os estudos de caso, são alguns dos exemplos das diversas formas que a simulação tem assumido ao longo dos anos na Enfermagem.


Contudo, com a evolução da ciência e da própria tecnologia outros meios têm sido desenvolvidos para dar resposta às exigências crescentes da sociedade actual, tanto no domínio da inovação dos processos de ensino, como das necessidades de desenvolvimento de competências exigidas aos estudantes.


O treino de habilidades específicas é fundamental, mas é na resolução de cenários completos e complexos, em ambiente de simulação, que os estudantes / enfermeiros consolidam os seus saberes e desenvolvem as capacidades de juízo crítico e tomada de decisão, assim como as necessárias competências técnicas, relacionais e éticas (Martins, 2009).


É, actualmente, colocado à disposição dos formadores das várias disciplinas científicas um conjunto de instrumentos educativos de alta tecnologia que vieram transformar o ensino, impondo novos processos e novas metodologias.


Leigh (2008) refere que vários autores consideram que a simulação tem um benefício máximo se os participantes a perceberem como legítima, autêntica e realista. No mesmo sentido, afirma que em vários estudos os estudantes consideram o trabalho de equipa, o realismo e a aprendizagem activa como características importantes da simulação.

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