APRESENTAÇÃO DO CURSO
CONCEITOS SUBJACENTES À PRÁTICA CLÍNICA
A. Fundamentos de Neurologia
1.Neuroanatomia
2.Condução Nervosa
CONCEITOS SUBJACENTES À PRÁTICA CLÍNICA
A. Definição de Esclerose Múltipla
1. Curso da Doença e Classificações
2. Epidemiologia e Etiologia
3. História Natural da doença
B. Fisiopatologia da Esclerose Múltipla
1.Rutura da Barreira Hemato-encefálica
2.Disfunção Imune
3.Destruição da Mielina
4.Papel dos Oligodendrócitos
5.Dano Axonal
6.Condução nervosa
7.Neuropatologia
8.Neuroanatomia
C. Diagnóstico de Esclerose Múltipla
1. Sinais e Sintomas
2. Indicadores de prognóstico
3. Testes de Diagnóstico
a. RMN (Ressonância Nuclear Magnética)
b. Testes dos Potenciais Evocados
c. Punção Lombar
d. Estudos de Laboratório
e. Outros
D. Diagnóstico do Surto
E. Síndrome Clinicamente Isolada (SCI)
O PROCESSO DE TRANSIÇÃO NA DOENÇA CRÓNICA E GESTÃO DO AUTOCUIDADO I
A. A vivência da transição saúde-doença
B. Propriedades da transição
C. Condições facilitadoras e inibidoras da transição
D. Padrões de resposta
AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PARA A PRÁTICA CLÍNICA I
A. Terapias Farmacológicas
1. Tratamento do Surto
a. Corticosteróides
b. Outros
2. Agentes Modificadores da Doença
a. Agentes Imunomodeladores
3. Dosagem
4. Efeitos Secundários
5. Eficácia
a. Agentes Imunossupressores
b. Outros
O PROCESSO DE TRANSIÇÃO NA DOENÇA CRÓNICA E GESTÃO DO AUTOCUIDADO II
A. Conhecimento, emoções e adaptação
B. Perfis de autocuidado
C. Terapêuticas de enfermagem na gestão do autocuidado
1. Estratégias adaptativas
2. Dispositivos de apoio
AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PARA A PRÁTICA CLÍNICA I
B. Sintomas e Gestão dos Sintomas
1. Fadiga
2. Dor
3. Espasticidade
4. Tremor
5. Fraqueza
6. Mobilidade e Equilíbrio Alterados
VIVER COM ESCLEROSE MÚLTIPLA: AS RESPOSTAS DA PESSOA AO PROCESSO DE DOENÇA – I
A. Focos de atenção da prática de enfermagem – apreciação inicial
B. Diagnósticos de enfermagem
C. Intervenções de enfermagem
D. Ganhos sensíveis aos cuidados de enfermagem
AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PARA A PRÁTICA CLÍNICA I
B. Sintomas e Gestão dos Sintomas
7. Incapacidade Visual
8. Incapacidade cognitiva
9. Perturbações de Eliminação
10. Discurso e Deglutição Alterados
11. Disfunção Sexual
12. Alterações da sensibilidade
13. Outros
D. Instrumentos de Avaliação
E. Tratamentos Complementares
F. Pediatria
VIVER COM ESCLEROSE MÚLTIPLA: AS RESPOSTAS DA PESSOA AO PROCESSO DE DOENÇA – II
A. Focos de atenção da prática de enfermagem – apreciação inicial
B. Diagnósticos de enfermagem
C. Intervenções de enfermagem
D. Ganhos sensíveis aos cuidados de enfermagem
SUPORTE SOCIAL E FAMÍLIA
A. Avaliação familiar – Modelo de Calgary
B. Intervenções de enfermagem na família
C. Papel de prestador de cuidados
D. Transição situacional
E. Conhecimento e aprendizagem de capacidades
F. Redes de apoio
G. Stresse do prestador de cuidados
A GESTÃO DO REGIME TERAPÊUTICO
A. Vulnerabilidade e resiliência individual
B. O Chronic Care Model
C. Estilos e características de gestão do regime terapêutico
D. A gestão negligente
E. A gestão formalmente guiada
F. A gestão responsável
G. Intervenções de enfermagem por estilo de gestão do regime terapêutico
H. O gestor de caso e suas características
I. A gestão de sintomas na prática de enfermagem
A REABILITAÇÃO NA PESSOA COM ESCLEROSE MÚLTIPLA
A. Reabilitação motora
B. Reabilitação respiratória
C. Reabilitação cognitiva
D. Reabilitação vesical
EDUCAÇÃO EM SAÚDE
A. Educação do Doente
1. Orientada para a Doença
2. Princípios de Ensino e Aprendizagem
3. Health promotion and Change Theory
4. Populações Especiais
a. Questões de desenvolvimento
b. Comorbilidades
c. Outras
5. Sensibilidade Cultural
6. Diferenças de Género
a. Gravidez
b. Hormonais
7. Recursos e Orientação
8. Adesão
B. Desenvolvimento Profissional
AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO PARA A PRÁTICA CLÍNICA II
C. Questões Psicossociais
1. Resposta à Doença Crónica
2. Estado emocional
3. Rede de Apoio
4. Culturais
5. Família e Relações
6. Vocacionais
7. Financeiras
8. Recreativas
9. Potencial para Abuso e Negligência
10. Depressão
11. Fim da Vida
12. Comunicação de más notícias
ADVOCACIA
A. Direitos dos doentes
B. Prática ética
C. Recurso ao Sistema Nacional de Saúde
D. Empowerment
E. Recursos da comunidade
F. Organizações
1. World Health Organization
2. National Multiple Sclerosis Society
3. International Organization of Multiple Sclerosis Nurses
INVESTIGAÇÃO
C. Processo e terminologia de investigação
D. Proteção dos sujeitos humanos
E. Prática baseada na evidência
QUALIDADE E SEGURANÇA DOS CUIDADOS
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS
OUTRAS ATIVIDADES
A. Reunião com pessoas portadoras de esclerose múltipla e famílias
B. Simpósio internacional
C. Estágio clínico
D. Construção do Padrão de Documentação
E. Revisão bibliográfica sob focos da prática
F. Apresentação de Monografia elaborada pelos formandos durante o curso.
G. Construção de Competências específicas do Enfermeiro em Enfermagem de EM