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A Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) recebe, nos próximos dias 18, 19 e 20 de Junho, a primeira visita da equipa de avaliadores da Associação Europeia de Universidades (EUA), momento considerado importante na construção e no reconhecimento da instituição a nível internacional. |
Durante esses três dias, os peritos internacionais, que farão visitas aos dois pólos da Escola, vão reunir-se com os órgãos de gestão, com docentes, funcionários e estudantes. Nesta fase do processo, os peritos vêm conhecer a realidade da ESEnfC e constatar a pertinência do relatório de autoavaliação já enviado à EUA.
Este relatório é o resultado de 11 reuniões de trabalho, nas quais estiveram envolvidas para cima de uma centena de pessoas: além dos dez elementos da comissão de avaliação interna da ESEnfC, também outros 79 docentes, 29 não docentes e 17 alunos.
Foi feita a análise SWOT (pontos fortes, pontos fracos, ameaças e oportunidades), que está a ser articulada com os eixos de intervenção definidos em sede do Plano Estratégico 2009-2013 ("Desenhar o futuro com todos").
Uma segunda visita da EUA - a principal - será marcada para Setembro/Outubro, de acordo com a agenda dos peritos e com as suas necessidades de esclarecimento.
Entre Outubro e Dezembro, a equipa da EUA deverá, então, elaborar um relatório preliminar, submetido, depois, à equipa de autoavaliação da ESEnfC e aos respectivos órgãos de gestão. Um relatório que após eventual reformulação passará a definitivo, deixando sugestões para o acréscimo de qualidade na Escola.
A ESEnfC foi uma das dez instituições seleccionadas pela Direcção-Geral do Ensino Superior para o co-financiamento do programa voluntário de avaliação pela EUA em 2008.
Enquanto instituição de ensino superior não integrada, é a primeira Escola de Enfermagem a ser avaliada pela EUA em Portugal e na Europa.
Os peritos vêm apreciar aspectos como a governação, os recursos financeiros, a capacidade de internacionalização e as regras de acesso.
A equipa de avaliação internacional é constituída pelos Professores Winfried B. Müller (Áustria), Dionyssis Kladis (Grécia) e Mette Karoliussen (Noruega), assim como pela estudante Sanja Brus (Eslovénia).



