A Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) organiza, de 21 a 24 de Abril, a Semana das Relações Nacionais e Internacionais, em virtude da importância que a instituição atribui à formação em contexto internacional e ao intercâmbio de experiências culturais.
Um pouco à semelhança da Feira Erasmus levada a cabo em 2007, a propósito da comemoração dos 20 anos do Programa Erasmus, o Gabinete de Relações Nacionais e Internacionais da ESEnfC volta a dar destaque à mobilidade no contexto do ensino superior.
No âmbito da iniciativa, destinada a divulgar os programas Erasmus, Leonardo da Vinci e Vasco da Gama (mobilidade a nível nacional), a tarde do dia 22 está reservada para um Seminário de Partilha de Experiências - entre as 14h00 e as 17h00, no anfiteatro do Pólo A.
Estudantes e professores vão dar conta do que fizeram, do que ficaram a conhecer e do que também ensinaram.
Neste seminário serão apresentados quatro projectos: o Módulo Europeu (pela Professora Ananda Fernandes), o Projecto Intensivo (pela Professora Cidalina Abreu), a Criação de um Referencial Europeu de Competências em Cuidados de Enfermagem (pelo Professor António Amaral) e o Hospital Virtual (pela Professora Helena Brísio).
Mobilidade cresce entre os estudantes (80%) e os docentes (150%)
Em 2008, 36 estudantes da (ESEnfC) receberam, ou estão a receber, formação em instituições congéneres de sete países europeus, no âmbito do Programa Aprendizagem ao Longo da Vida (Lifelong Learning Program) - subprograma Erasmus -, o que representa um crescimento de 80% nas mobilidades em relação ao ano lectivo anterior, quando 20 alunos estudaram fora de portas.
Os estudantes, do 3.º e 4.º ano, desenvolveram ensino clínico, durante 12 semanas, em escolas superiores e em universidades com as quais a ESEnfC tem acordos bilaterais, nos seguintes países: Bulgária, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia e Noruega.
Além dos estudantes enviados, a ESEnfC também recebe alunos de instituições parceiras de vários países.
No presente ano lectivo, os alunos acolhidos mais do que duplicaram em relação ao ano anterior, passando de 10 (em 2006/2007) para 22.
No que se refere a docentes enviados em mobilidade, a previsão de crescimento ainda é maior: de 16 para cerca de 40 (um aumento de 150%).
Alguma diminuição verifica-se no tocante aos professores recebidos: seis no presente ano lectivo, contra dez no anterior.



