Ações de sensibilização, um concerto, pintura ao vivo, 250 trabalhos realizados por estudantes de escolas de diferentes níveis de ensino, como resposta ao concurso “A arte pela não-violência”, e um fórum sobre direitos humanos. Estas foram algumas das atividades promovidas pela Escola Superior de Enfermagem de Coimbra (ESEnfC) e pela Orquestra Clássica do Centro, no âmbito da campanha de 16 dias de ativismo contra a violência de género, realizada entre os dias 25 de novembro e 10 de dezembro.
Todas estas iniciativas procuraram responder ao apelo da Organização das Nações Unidas, de alertar para importância da defesa dos direitos de todos e para a urgência de erradicar a violência contra mulheres e raparigas em todo o mundo.
Dois trabalhos de desenho e colagem feitos, respetivamente, pela Escola Básica do 1.º Ciclo de Ribeira de Frades (Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste) e por duas alunas do 12.º ano de escolaridade do Agrupamento de Escolas de Tábua (Cármen Figueira e Jéssica Sousa) venceram, ex aequo, o concurso “A arte pela não-violência”, que decorreu, de 25 de novembro a 8 de dezembro.
Participaram no concurso o Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, o Agrupamento de Escolas de Coimbra Oeste, o Agrupamento de Escolas de Tábua, o Agrupamento de Escolas de Arganil, o Agrupamento de Escolas Infante D. Pedro (Penela), o Colégio S. Pedro, a Escola Básica Rainha Santa Isabel (Coimbra) e o Colégio de Quiaios.
No âmbito do mesmo concurso, mas na variante dirigida a todos os interessados (independentemente da idade), obtiveram, também, o primeiro lugar ex aequo as obras dos pintores Victor Costa (“No – contra a violência contra as mulheres”) e Maria Almeida (“Rostos desfigurados pelas moléculas da desumanização”) e das compositoras Natália e Marina Pikoul.
Desenhos, colagens, construções, pósteres, cartazes, fotografias, pintura, composições musicais, vídeos, apresentações em PowerPoint, poemas, narrativas e reflexões foram os tipos de trabalhos submetidos a concurso.



